A mobilidade elétrica deixou de ser uma tendência distante para se tornar uma realidade cada vez mais presente nas ruas brasileiras. Com o crescimento contínuo da frota de veículos elétricos e híbridos plug-in, surge uma demanda igualmente acelerada por infraestrutura de recarga em um cenário que abre não apenas caminhos para a sustentabilidade, mas também para novas oportunidades de negócios e geração de renda.
Para a Prime Sol, os carregadores de veículos elétricos deixam de ser apenas um item de apoio e passam a representar uma nova fonte de receita para os empresários.
“Ao investir em um carregador elétrico, o empresário pode atrair um público qualificado; aumentar o tempo de permanência do cliente no local; oferecer um serviço diferenciado e alinhado às práticas sustentáveis; e gerar renda recorrente, por meio da cobrança pelo uso da recarga ou da valorização do espaço”, explica o empresário da Prime Sol, a Ivan Costa.
Estabelecimentos como supermercados, restaurantes, academias, centros comerciais, hotéis e estacionamentos já começaram a enxergar o carregador elétrico como um ativo estratégico, capaz de agregar valor à marca e criar uma nova linha de faturamento, acompanhando a evolução do setor automotivo. Além disso, Ivan ressalta que esse investimento é um tipo de renda passiva e de baixo custo, sem ter a necessidade de funcionários para realizar o carregamento.
Segundo estimativas realizadas até agosto de 2025 pela Tupi Mobilidade em parceria com a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), o Brasil ultrapassou a marca de 16.880 pontos públicos e semipúblicos de recarga para veículos elétricos. O número representa um crescimento de 14% em seis meses.
Globalmente, segundo informações da Future Market Insights (FMI) o mercado de estações de carregamento para veículos elétricos estava estimado em US$ 23,1 bilhões em 2025 e projeta-se que alcance US$ 142,1 bilhões em 2035, registrando uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 19,9% durante o período de previsão. A curva de crescimento segue uma trajetória exponencial, onde os ganhos iniciais são modestos, mas a expansão na fase posterior torna-se cada vez mais agressiva. De 2025 a 2030, o mercado adicionará US$ 34,2 bilhões, atingindo US$ 57,3 bilhões. Durante o segundo semestre, de 2030 a 2035, o mercado adicionará US$ 84,8 bilhões, mais que dobrando o ganho da fase anterior.
Com o aumento da demanda, a qualidade dos equipamentos se torna um fator central e falhas técnicas, riscos elétricos e manutenção frequente podem comprometer tanto a experiência do usuário quanto a viabilidade do investimento. Por isso, para garantir um serviço de qualidade nas recargas dos cargos, a Prime Sol aposta em soluções de alta qualidade e desempenho com equipamentos da WEG, uma das principais empresas brasileiras no fornecimento de tecnologias elétricas e de automação.
Os carregadores da marca se destacam por oferecer alta eficiência energética; robustez e durabilidade; sistemas de proteção e segurança elétrica; conformidade com normas e certificações; e soluções adequadas para uso residencial, comercial e corporativo. Essa escolha garante não apenas segurança para o usuário final, mas também tranquilidade para o empresário, que passa a contar com um equipamento confiável, preparado para atender a uma demanda crescente.
Outro fator relevante é que o faturamento com a recarga de veículos elétricos deixou de ser apenas uma projeção futura e já faz parte da realidade, com números reais do novo mercado de eletropostos. Segundo o empresário, o carregador de 40 kW instalado em frente à sede da empresa, em Campos, gerou quase R$ 5 mil de faturamento líquido logo no primeiro mês de operação, mesmo ainda em fase inicial de adesão.
“Considerando a crescente frota de veículos elétricos na cidade e região, onde cada novo usuário depende de pontos estratégicos de recarga, a tendência é o aumento de demanda e recorrência de consumo. Com uma média conservadora de 4 a 6 recargas diárias, o faturamento mensal pode ultrapassar R$ 10.000 , transformando o eletroposto em uma fonte de renda previsível e escalável.”
Empresas locais de diferentes segmentos já começaram a incorporar os carregadores à sua estrutura, observando impactos positivos tanto no faturamento quanto na percepção do público. O movimento sinaliza uma mudança no papel da infraestrutura elétrica, que passa a integrar decisões estratégicas de negócios e planejamento urbano.
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