Em um cenário marcado pela busca por investimentos mais seguros, previsíveis e sustentáveis, a energia solar se tornou um dos ativos mais promissores, a ponto de ser considerada por especialistas e investidores o “novo patrimônio moderno”. Com retorno médio anual estimado em até 25% e baixo risco operacional, o setor ganha força pelo potencial de aliar rentabilidade, estabilidade e sustentabilidade.
A Prime Sol, especializada em soluções fotovoltaicas, é uma das referências quando o assunto é transformar energia em patrimônio. A empresa oferece um modelo de negócio onde o investidor se torna dono da própria usina solar, com estrutura completa que inclui equipamentos premium, suporte jurídico e contábil, monitoramento em tempo real e manutenção garantida, tornando o investimento seguro, previsível e transparente.
A combinação entre demanda crescente e estabilidade no mercado livre de energia é o que sustenta a alcunha de “investimento do século”. Segundo a Prime Sol, a estimativa de 25% ao ano é baseada na média histórica das usinas já operando e administradas pela PS Energia, gestora pertencente ao grupo.
“Não é apenas investir, é fazer parte da revolução da energia limpa, garantindo renda constante, valorização do patrimônio e ainda contribuindo para um futuro mais sustentável. Um investimento que brilha todos os dias, literalmente”, destacou Ivan Costa, fundador da Prime Sol.
Ao contrário do que muitos imaginam, o investimento não é restrito a grandes empresários, ou seja, pessoas físicas também podem participar, desde que disponham do valor mínimo inicial. Essa democratização amplia o alcance do mercado e cria oportunidades reais de diversificação de patrimônio.
Comparado a outras aplicações como fundos imobiliários ou renda fixa, o modelo se destaca pela rentabilidade. “Sem sombra de dúvidas, a rentabilidade segura é o maior atrativo do investimento. Entretanto, nós, como empresa, gostamos de reforçar que, além do retorno mensal, investir em energia solar é investir em um mundo melhor para se viver”, ressaltou Ivan.
COMO FUNCIONA O MODELO DE NEGÓCIO
O processo começa com um Estudo de Viabilidade Técnica e Econômica, que analisa potencial solar, retorno financeiro, infraestrutura, perfil de consumo e particularidades do terreno. Uma área ideal é a partir de 300m², seja em solo ou telhado, com a vantagem de que a região possui alta incidência solar e a empresa auxilia o cliente na busca do terreno com as condições adequadas quando necessário.
Depois da análise, entram em cena o suporte jurídico e contábil especializado, ambos inclusos no investimento, garantindo transparência, estrutura societária eficiente e benefícios fiscais otimizados. Já o projeto e execução seguem em modelo Turn-Key, onde a empresa é responsável por cuidar de tudo, desde a engenharia até a entrega final, com uma solução completa e sem complicações, para que o investidor tenha apenas uma preocupação, colher os resultados.
Um dos diferenciais é o uso de equipamentos premium WEG, marca reconhecida mundialmente pela qualidade, durabilidade e eficiência na geração de energia solar. Além da conexão com comercializadores e gestores de crédito, a usina integra os melhores parceiros do mercado, assegurando liquidez, segurança e alto desempenho na comercialização da energia gerada. Outros dois pontos destacados são o monitoramento em tempo real e os serviços de operações e manutenção (O&M) preventivas e corretivas, para preservar a produtividade e longevidade do investimento.
O lucro do investidor vem exclusivamente da venda da energia produzida por meio da gestora PS Energia, onde captam assinantes que desejam utilizar energia verde e, como bônus, recebem até 20% de desconto em relação ao que pagariam à concessionária habitual.
“Optamos por trabalhar a operação por meio de gestoras selecionadas, garantindo assim sua segurança e também a previsibilidade do investimento. A gestora garante a compra dos créditos todos os meses através de um contrato de 5 a 20 anos”, disse Ivan.
A rentabilidade é variável de acordo com mês do ano. Ainda assim, a Prime Sol garante um retorno mínimo de 2,4% ao mês sobre o valor investido. O payback médio está previsto em 3,3 anos.
CUSTOS OPERACIONAIS
Manter uma usina solar em operação é simples e de baixo custo quando comparado ao retorno gerado. As despesas se resumem a serviços essenciais como limpeza dos módulos, internet e monitoramento, além de manutenções preventivas e corretivas. Em média, esses custos anuais representam entre 0,8% e 1,2% do investimento total, tornando-se um valor acessível diante da durabilidade e rentabilidade do sistema.
Cada usina instalada contribui para a redução das emissões de carbono. Em média, as unidades operadas pela Prime Sol evitam a liberação de cerca de 3 toneladas de CO₂ por ano, um impacto significativo para o meio ambiente e para a transição energética no país.
Ivan explica que ainda há uma baixa adesão pelos cidadãos brasileiros, mas mantém expectativas sobre o avanço da implementação de placas solares por todo o Brasil.
“Até o final de 2025, a energia solar atende menos de 5% da população brasileira, mas aprevisão é de crescimento acelerado na próxima década. A expansão de investimentos privados deve impulsionar a construção de novas usinas e ampliar o alcance da energia limpa em larga escala”, finalizou.
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