Criada em 2012, a Duo consolidou-se ao longo dos anos e tornou-se referência em cuidado médico integrado na área estética e reparadora. À frente da clínica estão os cirurgiões plásticos Rodrigo e Leonardo Guimarães, que a conduzem com escuta ativa e olhar estratégico sem perder a essência.
O médico Rodrigo Guimarães fez Cirurgia Geral na UERJ, residência em Cirurgia Plástica no Hospital Federal Servidores, pós-graduação em Cirurgia Plástica pela Universidade Gama Filho, é membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, professor de Cirurgia na Faculdade de Medicina de Campos e atua também como médico da rede pública municipal, com atuação na área de cirurgia plástica e cirurgia geral.
Já Leonardo Guimarães fez Cirurgia Geral, pós em Cirurgia Plástica e também possui especialização em Cirurgia Craniomaxilofacial, ambos na UERJ. Membro especialista e titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, foi professor da especialidade de Cirurgia Plástica da UERJ e atua como médico da rede pública de Campos, nas áreas de cirurgia plástica e cirurgia geral.
Em entrevista à Revista Fever, os médicos falam sobre o reposicionamento da clínica, o investimento em tecnologias de alto padrão, a mudança no perfil dos pacientes e a construção de resultados cada vez mais harmônicos, seguros e alinhados às rotinas atuais.
Fever: A Duo vive um momento de expansão e reposicionamento. Como vocês definiriam essa nova fase da clínica? O que essas novidades representam na prática, tanto para vocês quanto para os pacientes?
Leonardo: Vivemos um momento de amadurecimento muito consciente. Essa nova fase da Duo não representa apenas expansão física ou incorporação de novas tecnologias, mas um reposicionamento de olhar. Mantemos nossa essência cirúrgica, porém ampliamos a forma de cuidar, entendendo que hoje o paciente busca soluções mais personalizadas, inteligentes e alinhadas à sua rotina. Na prática, isso significa oferecer mais possibilidades de tratamento, mais previsibilidade e mais conforto, sem abrir mão da segurança e da excelência técnica. Para nós, como cirurgiões, é a consolidação de um modelo de clínica que une cirurgia, tecnologia e sensibilidade humana.
Fever: A cirurgia plástica está passando por uma transformação importante, com foco em naturalidade e mudanças sutis. Como vocês percebem essa evolução no perfil dos pacientes?
Rodrigo: Os pacientes estão mais informados, conscientes e atentos ao próprio corpo. Hoje, o desejo não é parecer outra pessoa, mas parecer melhor dentro da própria história corporal. Existe uma busca clara por naturalidade, por resultados harmônicos e por intervenções que respeitem a identidade individual. Essa evolução exige do cirurgião não apenas técnica, mas escuta ativa, planejamento e bom senso estético. O paciente quer entender, participar da decisão e se sentir seguro em todo o processo.
Fever: A Duo passou a investir fortemente em tecnologias de alto padrão, como a plataforma Ignite RF, que reúne Quantum RF, Morpheus 8 Pro e BodyTite. Como essas tecnologias agregam ao tratamento dos pacientes?
Leonardo: Esse investimento está diretamente ligado à nossa visão de oferecer soluções mais completas e menos invasivas quando bem indicadas. A plataforma Ignite RF reúne tecnologias de alto padrão que permitem tratar flacidez, contorno corporal e qualidade da pele de forma muito mais precisa, especialmente em nível ambulatorial. Ela integra o Quantum RF – uma tecnologia inovadora, da qual somos um dos pioneiros no Brasil – além do Morpheus 8 Pro e do BodyTite. Essa associação amplia significativamente as possibilidades terapêuticas, trazendo mais previsibilidade de resultados, maior conforto e, em muitos casos, recuperação mais rápida para o paciente.
Fever: De que forma a Duo consegue equilibrar a essência cirúrgica com a ampliação do olhar para procedimentos na clínica e tecnologias de alto padrão?
Rodrigo: O equilíbrio acontece porque entendemos a tecnologia como aliada, nunca como substituta da cirurgia bem indicada. Nossa base é cirúrgica, sólida e criteriosa. A partir disso, ampliamos o olhar para procedimentos na clínica como ferramentas que se complementam, refinam e, em alguns casos, evitam cirurgias maiores quando não são necessárias. Cada indicação nasce de um planejamento individual, respeitando a queixa, a anatomia e o momento de vida do paciente, e não de tendências ou modismos.
Fever: Muitos pacientes se queixam de flacidez, especialmente após emagrecimento, mas não desejam uma grande cirurgia. Como vocês lidam com essa demanda?
Leonardo: Essa é uma das principais dores do paciente atualmente. Recebemos muitas pessoas que emagreceram, melhoraram hábitos, mas ficaram com flacidez residual e não se sentem prontas para uma cirurgia de grande porte. Quando bem indicadas, as tecnologias que podem ser utilizadas no consultório são excelentes aliadas no tratamento da flacidez leve a moderada, oferecendo melhora estética real, com menor impacto na rotina, mais conforto e recuperação mais rápida.
Fever: A Duo também realiza pequenos procedimentos ambulatoriais, como a mini lipoaspiração. Em quais casos ela é indicada?
Leonardo: A mini lipoaspiração no consultório é indicada para pacientes com gordura localizada em pequenas áreas, boa qualidade de pele e que desejam um procedimento menos invasivo, com recuperação mais rápida e realizado em ambiente clínico. Ela pode ser associada a tecnologias para otimizar retração da pele e refinar o contorno corporal, sempre com foco na naturalidade e na segurança.
Fever: O retorno mais rápido à rotina é um fator decisivo hoje?
Rodrigo: Sem dúvida. O paciente atual valoriza não apenas o resultado final, mas todo o processo. Procedimentos no consultório, com menor afastamento da rotina e mais previsibilidade, têm grande impacto na decisão. Por isso, pensar em conforto, recuperação rápida e segurança faz parte do nosso planejamento desde a primeira consulta.
Fever: O que vocês consideram um resultado realmente bem-sucedido?
Rodrigo: É aquele que não chama atenção pela cirurgia, mas pela harmonia. Quando o paciente se reconhece, se sente confortável no próprio corpo e retoma sua rotina com confiança. O sucesso está na naturalidade, na durabilidade e na satisfação silenciosa.
Fever: Em que momento da vida você percebeu que a cirurgia plástica seria a escolha profissional?
Rodrigo: A escolha pela cirurgia plástica foi sendo construída ao longo da formação médica, à medida que fui entendendo o impacto real que a cirurgia pode ter na vida das pessoas. Não se trata apenas de estética, mas de devolver conforto, funcionalidade, autoestima e segurança. Com o tempo, percebi que a cirurgia plástica me permitia unir ciência, técnica apurada, senso estético e, principalmente, uma transformação que vai além do físico. Essa possibilidade de gerar mudanças concretas na forma como o paciente se enxerga e se posiciona no mundo foi decisiva para minha escolha.
Fever: Como você busca equilíbrio entre a vida profissional intensa e a vida pessoal?
Leonardo: Busco esse equilíbrio de forma consciente, entendendo que a cirurgia plástica exige entrega, mas também pede cuidado com quem cuida. A organização da rotina, o respeito aos limites e a valorização do tempo fora da clínica e centro cirúrgico fazem parte desse processo.
Fever: Fora do consultório, o que te ajuda a recarregar as energias?
Rodrigo: A família tem um papel central nesse processo, assim como a prática de atividades físicas e momentos de pausa. Momentos de bem-estar, seja através do esporte, viagens ou da rotina do dia a dia, é essencial para mantermos clareza, foco e bem-estar.
Fever: Olhando para o futuro, onde vocês imaginam a Duo daqui a alguns anos?
Rodrigo: Imaginamos a Duo como uma clínica cada vez mais consolidada como referência nacional em cirurgia plástica moderna, integrada à tecnologia de alto padrão, à ciência e ao cuidado humano.
Leonardo: Também queremos que a Duo continue sendo um espaço onde o paciente se sinta seguro, acolhido e verdadeiramente compreendido, sendo uma clínica que evolui junto com a medicina, sem perder sua essência ética e humana.
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